Mensagens e áudios que circularam nas redes sociais na noite de sexta-feira (03) foram desmentidos após ação da Polícia Militar; caso acende alerta sobre disseminação de fake news.
Um boato que viralizou na noite desta sexta-feira (03) causou preocupação entre moradores de Birigui e região. Mensagens acompanhadas de fotos e áudios, disseminadas principalmente por meio do WhatsApp, apontavam para um suposto ataque que ocorreria no Lago da Raquete, envolvendo um indivíduo que teria feito ameaças.
A repercussão foi imediata, mobilizando centenas de pessoas e chamando a atenção das autoridades de segurança. Diante da gravidade das informações, o setor de inteligência passou a atuar no caso, com o objetivo de verificar a veracidade das denúncias.
Ainda durante a noite, a Polícia Militar localizou o indivíduo citado nas mensagens. Durante a abordagem, no entanto, nada de ilícito foi encontrado. Questionado sobre as supostas ameaças que circulavam nas redes sociais, ele negou qualquer envolvimento, e as informações foram oficialmente tratadas como falsas.
Segundo apurado, apesar de o homem já ter se envolvido anteriormente em ocorrências policiais, não há qualquer confirmação de que ele tenha feito ameaças ou planejado ataque, como divulgado nas mensagens que ganharam grande alcance.
O caso reforça a importância de cautela ao compartilhar conteúdos de origem duvidosa. A disseminação de informações falsas pode gerar pânico, mobilizar indevidamente forças de segurança e prejudicar pessoas envolvidas.
Para esclarecer o conteúdo que circulou, um dos áudios compartilhados seria de um homem que afirma conhecer o indivíduo citado. Na gravação, ele relata que um guarda municipal teria entrado em contato para saber sobre o paradeiro do suspeito, após uma suposta publicação em redes sociais mencionando a intenção de realizar um ataque no Lago da Raquete. Além do áudio foi compartilhado fotos do indivíduo bem como foto com armas. No entanto, essa informação não foi confirmada oficialmente e integra o conjunto de conteúdos falsos que contribuíram para a disseminação do boato.
Autoridades orientam que, diante de situações semelhantes, a população busque sempre confirmar os fatos em canais oficiais antes de repassar qualquer conteúdo.

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